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Agentes do Degase reclamam da falta de equipamentos de incêndio

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Agentes de segurança do Centro de Socioeducação Professora Marlene Henrique Alves, localizado entre São Fidélis e Campos, reclamam da falta de equipamentos contra incêndios na unidade.

Segundo eles, os equipamentos foram retirados já há algum tempo e não foram repostos pelo órgão. Ainda de acordo com eles, extintores de incêndio da unidade estão com a validade vencida. O Centro Marlene Henrique também enfrenta problemas de abastecimento de água. O local é abastecido por um caminhão pipa que pega água na Cedae de São Fidélis. Em maio do ano passado, durante uma rebelião, internos colocaram fogo em colchões em protesto contra as condições do centro. Equipes do Corpo de Bombeiros tiveram que ser acionadas.

No início desde mês, um menor infrator de 15 anos morreu durante um incêndio na Escola João Luiz Alves, unidade de internação na Ilha do Governador. A morte trouxe à tona uma situação perigosa e desesperadora vivida pelos Agentes de Segurança do DEGASE. A maioria das unidades estão com extintores de incêndio com a validade vencida. Em outras, sequer existem.

Em determinadas unidades, como o Cense Dom Bosco, unidade de internação provisória também na Ilha do Governador, existem três prédios. Na antiga galeria, não há um único extintor de incêndio. As caixas onde deveriam haver uma mangueira de incêndio se encontram vazia há muito tempo, afirmam os Agentes que trabalham na unidade.

Segundo os agentes, em caso da ocorrência de incêndio no interior desses locais, a única coisa que poderão fazer é ligar para os Bombeiros e assistir os óbitos de menores infratores. A referida unidade acautela quase 300 deles no interior das celas. Os Agentes não recebem curso de combate a incêndios desde 2009.

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