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Alerj vai repassar R$ 100 milhões aos municípios para enfrentamento do novo coronavírus Objetivo é ajudar na ampliação das equipes do programa médico de família, treinamento de equipes de saúde na Fiocruz e para criar unidades de referência e de triagem para evitar lotação em hospitais e postos de saúde

Objetivo é ajudar na ampliação das equipes do programa médico de família, treinamento de equipes de saúde na Fiocruz e para criar unidades de referência e de triagem para evitar lotação em hospitais e postos de saúde

Fotos: Reprodução/ SF Notícias

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informou nesta quarta-feira (18/03) que vai repassar R$ 100 milhões à Secretaria Estadual de Saúde para auxiliar no enfrentamento do coronavírus nos 92 municípios fluminenses. O anúncio foi feito durante sessão no plenário em que os parlamentares votaram várias propostas relacionadas ao combate contra a pandemia no estado. De acordo com o deputado Ceciliano, os recursos serão repassados em 48 horas à Secretaria de Saúde que irá destinar cerca de R$ 1 milhão a cada um dos municípios. O objetivo é ajudar na ampliação das equipes do programa médico de família, treinamento de equipes de saúde na Fiocruz e para criar unidades de referência e de triagem para evitar lotação em hospitais e postos de saúde nas cidades. (continua após a publicidade)

O presidente da Assembleia afirmou que os municípios não têm estrutura de saúde e por isso a Alerj decidiu apoiar o Estado e as cidades. “São recursos do orçamento próprio da Casa que ajudarão os municípios a estruturarem, principalmente, centros de triagem para atendimento das pessoas com sintomas da doença”, disse. Desde a semana passada, a Alerj vem adotando medidas de prevenção, entre elas a suspensão das audiências públicas, reuniões de comissões e visitas guiadas ao Palácio Tiradentes, além do acesso restrito aos deputados, servidores e imprensa. A partir da próxima semana, só haverá sessão uma vez por semana, nas quartas-feiras. Os funcionários maiores de 60 anos, bem como os que têm problemas cardíacos, respiratórios e doenças crônicas seguem afastados para evitar aglomeração e circulação em transporte público. Os departamentos foram autorizados a estabelecer rodízio e também escala de servidores em trabalho remoto.

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