sexta-feira , 9 dezembro 2016
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Algodoeira Fidelense LTDA: parte significativa da história da economia de São Fidélis

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Fotos: Vinnicius Cremonez/Reprodução.

Em meio à crise financeira, os fidelenses mal se lembram dos tempos em que a cidade já foi forte economicamente. No século passado, São Fidélis teve empresas de grande nome no cenário nacional. Uma delas foi a Algodoeira Fidelense Limitada, que existiu entre as décadas de 1940 e 1980, sendo uma das maiores potências de produção da região, que gerava várias oportunidades de emprego para os moradores locais.

A Algodoeira foi idealizada por Ernesto Martins Pamplona Corte Real, e fundada em 8 de outubro de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, com apoio de vários empresários campistas, tendo como objetivo o beneficiamento do algodão em rama e o comércio de seus derivados. O parque industrial ficava na Rua Santo Amaro, 28, no bairro da Ipuca, local onde o prédio está até os dias atuais, porém, sem funcionamento. Depois de pouco mais de 45 anos, a empresa teve suas atividades encerradas nos anos 80.

Durante os anos de funcionamento, a Algodoeira passou por algumas modificações de crescimento, como uma total ampliação em 1952, passando de usina para fábrica de tecidos, e uma modernização no parque industrial, no ano de 1973, quando já era um dos maiores investimentos do Norte Fluminense e uma das principais algodoeiras existentes, considerando as grandes dos estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco.

No tempo em que existiu, a Algodoeira manteve a tradição da família Pamplona Corte Real, sendo comandada pelo filho de Ernesto, Cyro Pamplona Corte Real, um dos grandes responsáveis pelo crescimento da empresa, e depois pelos netos do idealizador, Luis Fernando e Paulo César Pamplona Corte Real.

Em 2012, o filho de Paulo César Pamplona Real, que também se chama Cyro, como o avô, compartilhou em seu canal do youtube um vídeo que mostra como era o processo de produção da Algodoeira na época em que estava no auge, além de relembrar a história desde a criação. Assista:

SFn

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