Armas e munições apreendidas em operações no RJ deverão ser doadas à polícia prioritariamente Caso a medida seja aprovada, após a apreensão pelas polícias, o juiz competente deverá encaminhar as armas e munições ao Comando do Exército, como dispõe a lei federal. As polícias terão um prazo de 10 dias para solicitar a doação dos armamentos apreendidos

Caso a medida seja aprovada, após a apreensão pelas polícias, o juiz competente deverá encaminhar as armas e munições ao Comando do Exército, como dispõe a lei federal. As polícias terão um prazo de 10 dias para solicitar a doação dos armamentos apreendidos

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou em primeira discussão, nesta terça-feira (26/11), o projeto de lei 1.268/19, do deputado Rodrigo Amorim (PSL). A medida propõe que as armas de fogo e munições apreendidas em operações realizadas pelas polícias Civil e Militar e que estejam em boas condições possam ser incorporadas aos arsenais das corporações após emissão de laudo parcial. A proposta, que ainda precisa ser votada pela Casa em segunda discussão, reitera no estado a Lei Federal 10.826/03. Atualmente, a legislação insere a doação dessas armas como uma possibilidade além da destruição das mesmas. Caso a medida seja aprovada, após a apreensão pelas polícias, o juiz competente deverá encaminhar as armas e munições ao Comando do Exército, como dispõe a lei federal.

As polícias terão um prazo de 10 dias para solicitar a doação dos armamentos apreendidos. Caso seja autorizada a doação, a polícia deverá incorporá-los ao seu patrimônio e submetê-los à inspeção minuciosa. A medida também permite que o sistema penitenciário receba doações desses equipamentos. O texto determina que os utensílios sejam utilizados, preferencialmente, para o treinamento, capacitação e reciclagem dos agentes. Segundo o autor do projeto, o Estado do Rio terá a possibilidade de economizar recursos públicos com o custeio desses armamentos se puder aproveitá-los. “Um grande número de apreensões de armas e munições tem ocorrido, porém, em razão da falta de legislação, esses equipamentos são incinerados”, justificou o parlamentar.

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