Aulas presenciais na rede estadual do Rio seguem suspensas por tempo indeterminado Secretaria de Estado de Educação esclareceu que não estabeleceu o prazo de 90 dias de suspensão

Secretaria de Estado de Educação esclareceu que não estabeleceu o prazo de 90 dias de suspensão

Foto: SF Notícias

A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro reforçou a informação de que as aulas presenciais estão adiadas por tempo indeterminado. A pasta esclareceu que, como alguns veículos de comunicação vêm afirmando, não estabeleceu prazo de 90 dias de suspensão das atividades na rede estadual de ensino. A Seeduc informou ainda que atenderá ao protocolo estabelecido pelo Gabinete de Crise de prevenção ao coronavírus e pela Secretaria de Estado de Saúde. “Suspendemos as atividades presenciais por tempo indeterminado. Quem vai dizer quando retornaremos, se será daqui a uma semana, 15 dias, um mês, três meses, seis meses, será a Secretaria de Saúde” – afirmou o secretário Pedro Fernandes (foto à esquerda). A volta às aulas na rede pública estadual, previstas para retornarem no dia 30 de março, portanto, foram adiadas. A Seeduc aguardará o dia 6 de abril, data anunciada pelo Governo do Estado para nova avaliação das medidas de prevenção ao coronavírus, para orientação do funcionamento das escolas da rede pública estadual. (continua após a publicidade)

Durante o período sem atividades presenciais nas escolas, a Seeduc disponibilizará, a partir da próxima segunda-feira, dia 30, aulas no formato online, por meio de um convênio firmado com o Google, na plataforma Google Classroom. A paralisação das aulas nos colégios públicos e privados pode chegar a três meses. Os professores da rede pública estadual, nos seus horários de trabalho, ministrarão as atividades na plataforma online respeitando o quadro de horários das suas aulas presenciais. As Gratificações por Lotação Temporária (GLPs) dos docentes serão mantidas. Os alunos que não tiverem acesso à internet receberão o material impresso em suas casas e, após o retorno das atividades presenciais, caso tenham necessidade, terão aulas de reforço. O método de avaliação e provas bimestrais dependerá do período de interrupção das atividades presenciais. A ideia é manter os 200 dias letivos, mesmo que a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LBD) permita que diante da pandemia do coronavírus os estados terminem o ano letivo de 2020 com menos dias. As escolas particulares que não tiverem a própria plataforma, a Secretaria de Educação buscará a viabilização deste serviço junto a Google. A Seeduc também fornecerá o conteúdo didático para os colégios privados, caso necessário.

 

Mais do SFn