sexta-feira , 18 janeiro 2019

Cadela morre após ser brutalmente espancada na Praia de Guaxindiba; veja o vídeo Animal pertencia a um casal de idosos; Nas redes sociais, esposa do homem acusado de matar a cadela denunciou o caso

Animal pertencia a um casal de idosos; Nas redes sociais, esposa do homem acusado de matar a cadela denunciou o caso

Fotos: Reprodução/ Facebook

Mais um caso de maus-tratos a animais comoveu e revoltou milhares de internautas. Desta vez, uma cadela, que pertencia a um casal de idosos, morreu após ser brutalmente espancada, na Praia de Guaxindiba, em São Francisco.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, após a esposa do homem que teria matado o animal, divulgar um vídeo (veja no final) denunciando o ocorrido. “Olha só o que que o meu marido, que agora é ex, acabou de fazer com a cachorra. Matou a cachorra, ensanguentou tudo” – relata a mulher, mostrando a avó idosa chorando, com o corpo da cachorra no colo.

Segundo a mulher, o homem pegou a cachorra e atirou contra a parede, “socando a cabeça dela com toda força até esmagar” e arremessou contra o chão. Toda a agressão teria ocorrido na frente dos idosos, da mulher, da sogra e do próprio filho do suspeito.

Na publicação (Veja AQUI) ela relatou ainda que a cachorra teria mordido o pé do homem, mas que nada disso importa e que nada justifica tamanha crueldade. “Esse cara tirou uma vida! Tirou a felicidade da casa! Tirou a alegria dos meus avós!”.

Em outra publicação, ela agradeceu por toda comoção diante do ocorrido, pelo apoio que a família está recebendo e informou que já foi feito um Boletim de Ocorrência e que o caso já foi comunicado aos órgãos protetores de animais. O caso será investigado pela 147ª Delegacia de São Francisco.

Vale ressaltar que matar qualquer animal – seja doméstico, silvestre, nativo ou exótico – é crime previsto no artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998. A Lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar” qualquer tipo de animal. Se houver morte, a pena aumenta até um terço.


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