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Café do Noroeste Fluminense é destaque na Casa Brasil durante a Paralimpíada

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Quando falamos em esporte, a palavra “superação” vem à mente, de forma quase automática. Ao pensamos em “Jogos Paralímpicos”, o conceito é ainda mais intenso. O café do Noroeste Fluminense também é um belo exemplo de como é possível vencer as dificuldades. A tradicional região produtora do Estado do Rio atravessou uma grande crise no século 19, mas após investimentos em tecnologia e programas de apoio à agricultura familiar, se reinventou e, graças ao seu café gourmet, vem conquistando lugar de destaque na mesa carioca. Junto a outras nove regiões produtoras de seis estados, o Noroeste Fluminense está em exposição em um workshop sobre cafés especiais na Casa Brasil, instalada no Píer Mauá, no Boulevard Olímpico.

Durante a Olimpíada e Paralimpíada Rio 2016, 22 empresas têm espaço garantido para mostrar o tipo de café que produzem, suas características de sabor, além, é claro, de oferecerem degustação da bebida para os visitantes. Na próxima sexta-feira (9), os produtores Márcio Vargas, do município de Varre-Sai, e Suhail Majzoub, de Porciúncula, ambos do Noroeste e beneficiários do Programa Rio Rural, participarão do evento.

“Para nós, é algo único. Não adianta produzirmos café de excelência e não termos como dizer isso ao nosso público. Queremos mostrar ao Brasil e ao mundo porque a nossa região é tão produtiva e sustentável também”, afirma Márcio Vargas.

Os municípios de Varre-Sai, Porciúncula, Bom Jesus do Itabapoana e Natividade concentram as lavouras de café do Noroeste Fluminense, principal região produtora do estado, com 71% do mercado interno. A região é constituída de pequenas propriedades, sendo a agricultura familiar a base da economia local. De acordo com a Cooperativa de Produtores de Café do Noroeste Fluminense (Coopercanol), o café da região é cultivado entre 600 e mil metros de altitude. O mais comum é o café arábica, das variedades Catucai, Catuaí e Mundo Novo. O clima local é favorável para a produção de cafés de qualidade.

De acordo com o secretário estadual de Agricultura do Rio de Janeiro, Christino Áureo, o café fluminense vive uma boa fase. “O fato do Noroeste Fluminense ser destaque em um evento desse porte nos mostra que os investimentos e o planejamento feitos nesse segmento foram acertados. E não é só o recurso, mas, sobretudo, uma injeção de ânimo na autoestima do agricultor familiar”, arremata o secretário.

sdfguijopo´pO espaço Arte do Café, em exposição na Casa Brasil – local de promoção do Governo Federal no Boulevard Olímpico, é organizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) e conta com a parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Sebrae Nacional.

O evento serve para reforçar a imagem do café como um dos símbolos de identidade nacional, já que o Brasil é o maior produtor mundial dos grãos. Diariamente, o público pode participar de palestras e conhecer as peculiaridades da produção. “Queremos que os brasileiros conheçam o café que é produzido em nosso território, que tenham orgulho da bebida sofisticada que estamos gerando”, comenta Gabriela Ferreira, gerente da BSCA.

Serviço:

Espaço Arte do Café

Quando: até 18 de setembro de 2016, de 10h às 20h

Onde: Casa Brasil, no Píer Mauá- Centro do Rio

Quanto: entrada gratuita

Mais informações: http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/casabrasil/conheca-a-casa-brasil

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