Cidades do RJ enfrentam surto de conjuntivite Por ser altamente contagiosa, é comum a disseminação da conjuntivite na família, escolas e no trabalho

Por ser altamente contagiosa, é comum a disseminação da conjuntivite na família, escolas e no trabalho

Fotos: Divulgação

No final de fevereiro, vários casos de conjuntivite começaram a ser registrados pelo Estado do Rio. O Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro constatou um aumento de 30% nos casos e agora já é considerada um surto.

No Rio, a Prefeitura orientou os moradores a procurarem o quanto antes uma unidade de saúde caso os olhos estejam avermelhados e lacrimejantes, coçando ou inchados. Moradores de São Gonçalo, Nova Iguaçu, Campos, Rio das Ostras, Macaé, Pádua e São Fidélis também relataram casos de conjuntivite.

Somente em Petrópolis já foram registrados mais de dois mil casos. A Prefeitura da cidade adotou um protocolo especial em que ao chegar às unidades, o paciente passa pela triagem e é encaminhado para uma ala prioritária com consultório destinado a receber pacientes com a inflamação.

A disseminação é comum na família, escolas e trabalho, pois a doença é altamente contagiosa, sendo preciso entrar de licença médica. Os principais sintomas são olhos vermelhos e lacrimejantes, pálpebras inchadas, sensação de cisco nos olhos, coceira, pálpebras grudadas ao acordar.

Para se prevenir, é preciso lavar bem as mãos com frequência e não colocá-las nos olhos, não usar maquiagem de outras pessoas, nem emprestar e evitar compartilhar toalhas de rosto.

O tratamento varia de acordo com a causa da inflamação, para a viral não há um medicamento específico, mas se for conjuntivite bacteriana o médico poderá recomendar o uso de colírios antibióticos, que se não utilizados corretamente podem agravar o quadro.


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