segunda-feira , 5 dezembro 2016
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Com pane nos motores, Helicóptero perde altitude e faz pouso de emergência em Campos

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Marcas deixada pela aeronave / Fotos: Phillipe Moacyr

Funcionários da empresa Paragon Offshore, que presta serviço à empresa Noble do Brasil, passaram por um grande susto na manhã desta quinta-feira (28/04). Um helicóptero com dois tripulantes e nove funcionários fez um pouso de emergência em uma área de vegetação no bairro da Penha, em Campos. A aeronave pertence a uma empresa de táxi aéreo. Segundo informações divulgadas pelo Sindicado dos Petroleiros do Norte Fluminense, o Sindipetro, o helicóptero saiu de Macaé e seguia para a sonda de perfuração SS-62 na Bacia de Campos.

Diretores do Sindipetro-NF estiveram com os ocupantes da aeronave, que foram levados para um hotel em Campos. De acordo com os relatos dos trabalhadores, após a decolagem, já voando sobre o mar, um dos motores do helicóptero deixou de funcionar. A tripulação, então, retornou para a costa, mas acabou por perder o outro motor quanto seguia para fazer o pouso no aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes.

Embora o caso tenha sido tratado inicialmente pela Petrobrás e pela imprensa local como sendo de “pouso forçado”, o Sindipetro-NF avalia que a gravidade é maior do a que esse termo sugere, tendo havido na realidade uma perda de altitude e finalmente uma queda, que não teve consequencias mais trágicas em razão da habilidade da tripulação.

Imagens enviadas pelos trabalhadores mostram o helicóptero adernado no chão e com o trem de pouso quebrado. Os petroleiros contaram aos sindicalistas que houve um “estrondo enorme”.

“Justamente hoje, Dia Mundial em Memória das Vítimas de Doenças e Acidentes de Trabalho, temos um caso como esse na Bacia de Campos, que por pouco não se tornou mais uma tragédia. É um aviso dramático de que a luta pela segurança tem que ser diária e todos os trabalhadores têm que ter a consciência de que essa é uma prioridade máxima”, afirma o coordenador geral do Sindipetro-NF, Marcos Breda, que foi um dos diretores do sindicato que tiveram contato com os passageiros do helicóptero.

A SS-62 está fora de operação e fica a 15 minutos da praia do Farol de São Thomé, em área com lâmina d`água com 80 metros de profundidade, e está sendo utilizada como local de armazenamento de material de ancoragem.

O Sindipetro-NF vai continuar a acompanhar o caso e destaca que este é mais um exemplo do elevado risco a que são submetidos os trabalhadores offshore. A entidade reafirma o seu alerta para que a categoria petroleira relate todos as ocorrências anormais nos voos e mantenha a vigilância em relação à segurança, enviando informações para denuncia@sindipetronf.org.br.

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SFn

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