CPI para investigar prefeitura de São Fidélis é aprovada por vereadores

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Fotos: Manuela Escalla e Vinnicius Cremonez

Em detrimento de uma reunião da câmara de vereadores na última segunda-feira (22), onde por uma denúncia foi pedido a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar possíveis fraudes realizadas pela prefeitura de São Fidélis, outra reunião foi marcada e ocorreu na noite de ontem (24), para decidir a abertura desta Comissão de Inquérito, que por unanimidade, foi aprovada pelos parlamentares.

Os vereadores que compareceram ao parlamento, foram: Jhon de Efinho, Betinho Fratane, Jacozinho, Ronaldo Stellet, Henrique de Mutango, Aridelson Carneiro, Badozinho, Rogerinho, Gumerci Machado e Ricardinho Barreto. Os vereadores que faltaram a sessão, foram: Amaury, Fábio Aranha e Manoel Broa.

Sendo iniciada por volta das 20h, grande público compareceu ao plenário.SAM_1093 Antes do requerimento principal da sessão, outras matérias foram expostas para serem votadas pelos vereadores, como o pedido de exoneração do secretário de fazenda, nos fundamentos da lei de ficha limpa. Esta matéria foi aprovada,  pelos parlamentares, no sistema de votação aberta.

Ao ser lido o requerimento de CPI, para ser discutido e após ser aberta a votação, o vereador Betinho Fratane, irmão do Prefeito do município, esclareceu na tribuna que não poderia votar em razão do grau de familiaridade com um dos apontados na investigação, e que por isso teria que se abster do plenário. Ainda completou dizendo, que nos seus quatro mandatos como vereador, esta foi a melhor reunião da câmara na qual participou.

Com a palavra, o vereador Rogerinho disse que este requerimento de CPI não é um SAM_1105prejulgamento por parte dos parlamentares, mas que é uma ação para que,  no mínimo, eles deem respaldo para população através das investigações. Afirmou ainda que vota a favor da CPI, e disse que o governo que se diz limpo, não têm medo de CPI, e os que não estiveram na reunião são covardes, exceto Betinho Fratane que têm um impedimento com o regimento interno, mas que os outros teriam que ter ido para enfrentar o povo.

Na bancada, segundo o Presidente da Câmara, “Jacozinho”, haviam quatro vereadores que eram da oposição e outros quatro que eram da situação, e nessa matéria o presidente não pode votar, só em caso de empate, mas antes da votação frisou dizendo que como voto de minerva, votaria favorável a abertura da CPI.

O processo de votação funcionou de modo que, aquele que votasse a favor para abertura da CPI permanecesse como estava, e os que fossem contrários se manifestassem, e o presidente repetiu falando por três vezes esse processo, e na última foi decidido que, por unanimidade, a CPI fosse aberta. Em regime interno será sorteado quem serão responsáveis por determinadas funções, na Comissão.

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