Defesa Civil visita barragens de rejeitos que afetariam Itaperuna em caso de rompimento Em caso de rompimento os rejeitos podem atingir o Rio Muriaé

Em caso de rompimento os rejeitos podem atingir o Rio Muriaé

Agentes da Defesa Civil e Ordem Pública de Itaperuna realizaram uma visita técnica em barragens de rejeitos em Miraí, Minas Gerais. As equipes estiveram nas barragens de rejeitos da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e da empresa Bauminas. Os dois empreendimentos trabalham com bauxita para a produção de alumínio e sulfato de alumínio que, em caso de rompimento, os rejeitos poderiam atingir o Rio Preto e, consequentemente, o Rio Muriaé, afetando diretamente Itaperuna e Laje do Muriaé.

De acordo com o secretário de Defesa Civil e Ordem Pública, Ary de Souza, a visita foi muito importante para conhecer as instalações e poder tranquilizar os moradores do município, já que não foi encontrado nenhuma irregularidade e nem riscos. “Nos preocupamos com o bem-estar da população, por isso, fomos até lá para verificar a real situação e dar tranquilidade a todos da nossa região”, disse Ary.

Durante a visita técnica também foi apresentado pelas empresas o Plano de Ação de Emergências de Barragens Minerais – PAEBM, onde mostra o funcionamento das operações e os sistemas de segurança caso a barragem se rompa. “Além do rigoroso monitoramento de segurança, também observamos que as barragens usam o método à jusante, que é mais seguro que outros que levaram a diversos desastres devido a rompimentos e causando também danos ambientais”, explicou André França, agente da Defesa Civil que também esteve na visita.


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