segunda-feira , 25 setembro 2017

DER faz trabalho paliativo para tentar amenizar situação crítica da RJ-192 entre São Fidélis e Itaocara A simples “operação tapa-buracos” foi iniciada na última sexta-feira (28/07) e pretende amenizar os impactos provocados pela grande quantidade de crateras

A simples “operação tapa-buracos” foi iniciada na última sexta-feira (28/07) e pretende amenizar os impactos provocados pela grande quantidade de crateras

Reprodução

O Departamento de Estradas e Rodagens começou a realizar um trabalho paliativo para tentar amenizar a situação crítica da RJ-192. A simples “operação tapa-buracos” foi iniciada na última sexta-feira (28/07) e pretende amenizar os impactos provocados pela grande quantidade de crateras ao longo da rodovia

São tantas operações para tapar os buracos que a rodovia fica cheia de ondulações. Ao todo são cerca de 26,9 quilômetros de problemas entre São Fidélis e Itaocara. O pior trecho fica entre os distritos de Colônia e Cambiasca.

Por diversas vezes o SF Notícias mostrou o estado crítico da RJ-192. A rodovia, se que é que ainda pode ser chamada assim, foi considerada uma das piores do Estado do Rio de Janeiro nos últimos três anos pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat).

Em junho mostramos que um morador de Valão dos Milagres comprou barro, pagou um caminhão para transportar o material até os pontos críticos da rodovia e por conta própria, usando um carrinho de mão e uma pá, começou a tapar as crateras que se formaram na rodovia.

Também mostramos a manifestação feita por moradores de Colônia em março. Usando faixas, cartazes e bandeiras do Brasil eles fecharam por um tempo a rodovia nos dois sentidos. Eles pediam o recapeamento da estrada, acostamento e sinalização.

continua após a foto

O DER não deu prazo para que um trabalho definitivo, ou seja, a recuperação asfáltica da rodovia seja feita. Antes da operação ser feita, nossa equipe percorreu parte da rodovia. Veja no vídeo abaixo como era antes.


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