Detalhes sobre a morte do escritor Euclides da Cunha, natural de Cantagalo e fidelense de coração, em exposição A mostra, de documentos judiciais e do inventário do autor do clássico da literatura nacional “Os Sertões”, é o destaque da agenda cultural do Poder Judiciário em janeiro

A mostra, de documentos judiciais e do inventário do autor do clássico da literatura nacional “Os Sertões”, é o destaque da agenda cultural do Poder Judiciário em janeiro

Fotos: Divulgação

Detalhes de um dos mais conturbados e célebres crimes do Estado do Rio no século passado podem agora ser vistos na exposição “O Homicídio de Euclides da Cunha” no Centro Cultural Museu da Justiça (CCMJ), no Rio. Há 111 anos, no domingo de 15 de agosto de 1909, tomado por ciúme e sentimento de posse, Euclides da Cunha invadiu a casa de Dilermando de Assis, amante de sua esposa Ana de Assis, para dar fim às suas inquietações. Ele irrompeu a porta aos gritos e atirou em Dilermando, que, experiente no manejo de armas por ser militar, reagiu e matou Euclides. O episódio ficou conhecido como “Tragédia da Piedade”, em alusão ao bairro no qual morava o ex-oficial do Exército Dilermando. (Continua após a publicidade)

Agora, os documentos e detalhes do processo sobre a morte do jornalista e escritor, nascido em Cantagalo, na Região Serrana do Rio, estão expostos de segunda à sexta-feira, das 11 às 19 horas, e aos sábados 10 às 17 horas. A entrada é franca. Com quatro painéis, uma vitrine com os autos processuais e um espaço para consulta das páginas digitalizadas, a mostra, de documentos judiciais e do inventário do autor do clássico da literatura nacional “Os Sertões”, sobre a Guerra de Canudos, é o destaque da agenda cultural do Poder Judiciário em janeiro. O escritor nasceu em 20 de janeiro de 1866 e morreu em 1909, aos 43 anos de idade. Ele foi enviado ao Sertão da Bahia, pelo jornal O Estado de São Paulo, para cobrir a guerra no município de Canudos. Lançou a obra “Os Sertões”, na qual narra e analisa os acontecimentos da guerra.

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