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Doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti ainda são ameaças para a região Epidemias de zika e chikunguya ainda podem ser maiores neste verão do que na última temporada, segundo diretor da Fiocruz

Epidemias de zika e chikunguya ainda podem ser maiores neste verão do que na última temporada, segundo diretor da Fiocruz

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Apesar da atual preocupação da população com a febre amarela, principalmente das cidades da região que são próximas ao Estado de Minas, os cuidados no combate contra o mosquito Aedes Aegypti não devem ser esquecidos.

Em dezembro do ano passado, o diretor regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, afirmou que epidemias das doenças transmitidas pelo Aedes seriam ainda maiores neste verão de 2016/2017 do que foram na última temporada, portanto a população precisa de mobilizar na prevenção.

Água precisa ser removida dos pratos de plantas. Fotos: SFnotícias

Na região, o verão é marcado pelas altas temperaturas e chuva, que sem os devidos cuidados podem aumentar o risco para o desenvolvimento do mosquito transmissor de doenças já consideradas um dos maiores desafios da saúde pública.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, bastam apenas dez minutos por dia, uma vez na semana, para que o morador realize uma vistoria completa em sua casa e elimine estes possíveis criadouros. E não é somente limpar o pratinho dos vasos de plantas, pois até uma tampinha de garrafa pode ser abrigo para os ovos do mosquito.

Mosquito pode se reproduzir até em tampas de garrafas.

No quintal, deve-se observar os bebedouros de animais, as garrafas, pneus, as telhas, caixas d’água, brinquedos e as piscinas. Dentro de casa, os focos podem estar nos ralos, em bebedouros, reservatório de descarga dos vasos sanitários e até nas bandejas da geladeira. Para limpar, basta escorrer toda a água acumulada, lavar os objetos com água e sabão e secar completamente.

Caixas d’água devem permanecer tampadas e limpas.

Algumas prefeituras da região já anunciaram medidas que serão tomadas no combate a dengue, zika e Chikungunya. Em São Fidélis, a Prefeitura iniciou uma campanha de combate através das redes sociais e informou que uma equipe de agentes comunitários está em treinamento para que o combate ao mosquito possa ser iniciado, e em breve eles estarão auxiliando a população.

Em Macaé, além de orientar no combate dentro das residências, os moradores tem a disposição o serviço 0800 022 6461 para denunciar focos do mosquito. Também são realizadas as visitas às residências que serão intensificadas, principalmente, onde vivem gestantes. Os imóveis fechados também recebem a visita do agente. A Secretaria de Saúde de Itaperuna também está intensificando o combate ao mosquito através da equipe de Vigilância Ambiental.

 


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