terça-feira , 21 novembro 2017

Eike Batista e vice-presidente de futebol do Flamengo são alvos em nova fase da Lava Jato Empresário não foi encontrado e está foragido; Vice-presidente foi preso na "Operação Eficiência"

Empresário não foi encontrado e está foragido; Vice-presidente foi preso na "Operação Eficiência"

Vice-presidente do flamengo foi preso durante a operação. Fotos: Reprodução/ Flamengo

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal realizaram na manhã desta quinta-feira (26/01) a Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio, que visa cumprir quatro conduções coercitivas e nove mandados de prisão preventiva.

Um dos alvos é o empresário Eike Batista, dono do grupo EBX e também seu braço direito e atual vice-presidente de futebol do Flamengo, Flávio Godinho. Os agentes estiveram na casa do empresário hoje para cumprir o mandado de prisão, entretanto foram informados pelo advogado de Eike que ele está viajando e estaria fora do país, portanto é considerado foragido.

Ex-governador Sérgio Cabral foi novamente alvo em uma operação ligada à Lava Jato

O advogado afirmou ainda que Eike vai se entregar à polícia. Ele é acusado de pagar propina para conseguir facilidades em contratos com o governo do Estado, quando o governador era Sérgio Cabral.

O mandado contra Flávio Godinho já foi cumprido e ele foi conduzido coercitivamente para a sede da PF no Rio. O vice-presidente do Flamengo é acusado de ser um dos operadores do esquema, através da ocultação e lavagem de dinheiro das propinas que eram recolhidas das empreiteiras que faziam obras públicas no Rio de Janeiro.

Outros alvos da operação são o ex-governador Sérgio Cabral, que já está preso em Bangu, e Wilson Carlos e Carlos Miranda, que também estão presos. Os outros mandados de prisão preventiva são contra Thiago Aragão Gonçalves, advogado e sócio de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, Álvaro Jose Galiez, Sérgio de Castro Oliveira e Francisco de Assis Neto.

Estão sendo investigados crimes de lavagem de dinheiro consistentes na ocultação no exterior de aproximadamente U$ 100 milhões, cerca de R$ 340 milhões. Também são investigados os crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa. Cerca de 80 agentes da Polícia Federal participam da ação.

 


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