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Fenômeno das piscinas, paduana não se classifica para final dos 400m livres na Paralimpíada do Rio

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A nadadora paduana Camille Rodrigues estreou ontem nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A musa das piscinas e dona de oito medalhas parapanamericanas, não conseguiu bater o seu melhor tempo e não se classificou para as finais dos 400 metros livres.

Camille vive a expectativa de conquistar pódios diante da torcida brasileira e de seus amigos. Durante uma entrevista para o canal Sportv, a nadadora disse que caravanas com amigos e familiares estão saindo de Santo Antônio de Pádua para ver suas provas. Pelas redes sociais, onde também é um sucesso, Camille comentou sobre a prova.

“Hoje entrei para bater meu melhor tempo e ir pra final. Só que muitas vezes nossos planos não seguem como planejado. Hoje eu aprendi o que é gratidão. Quando cheguei que vi meu tempo, não acreditei que não tinha dado certo, mas a energia da torcida brasileira batendo palmas e gritando meu nome quando saí da piscina foi tão sensacional que me esqueci do lado ruim e fui para o lado bom. Mesmo não indo pra final, o reconhecimento veio e, pra mim, esse dia ficará guardado pra sempre em minha memória!”

Devido a uma má formação congênita, Camille teve de amputar a perna direita ainda criança. Aos quatro anos, por prescrição médica devido a um problema de atrofiamento na bacia, começou a nadar. Camille volta às piscinas para disputar mais quatro provas na próxima semana.

SFn

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