sexta-feira , 20 setembro 2019

Fiéis são recebidos com festa e carreata após sete dias pedalando entre São Fidélis e Aparecida Quatorze fiéis saíram de São Fidélis no dia 20 e foram de bicicleta até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Dez deles também voltaram pedalando para São Fidélis

Quatorze fiéis saíram de São Fidélis no dia 20 e foram de bicicleta até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Dez deles também voltaram pedalando para São Fidélis

Foi uma recepção calorosa, com direito a carro do Corpo de Bombeiros e até uma carreata (veja o vídeo no final e a transmissão ao vivo feita em nossa página no facebook). O Padre Gaspar Pelegrini e os demais fiéis que foram de bicicleta até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, chegaram na tarde desta terça-feira (27/08) em São Fidélis. Sete dias após saírem da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Fidélis, e pedalar por 1000 quilômetros, o grupo retornou à Paróquia. Eles foram recebidos por parentes, amigos, membros da Igreja e pela população da “Cidade Poema”. Um grupo já esperava pelos fiéis na Praça de São Cristóvão, na RJ-158. De lá, eles saíram em carreata por algumas ruas da cidade. Por onde passavam, os ciclistas eram aplaudidos e filmados. Todo mundo queria compartilhar esse momento de fé. O SF Notícias acompanhou a saída de São Fidélis, cada dia da viagem e o retorno à “terra de amigos”. Nessa segunda Bike Romaria, o grupo enfrentou, além da distância, fortes rajadas de vento, dores musculares, chuva e muito frio. O vídeo abaixo mostra a saída dos fiéis de São Fidélis, na manhã do dia 20 de agosto. (continua após o vídeo)

Foram quatro dias pedalando, por 500 quilômetros, até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Fé, devoção, amor, gratidão; esses são alguns dos sentimentos que uniram quatorze fiéis – uma mulher e treze homens – que embarcaram nessa jornada. Desses quatorze, dez retornaram para São Fidélis pedalando, somando 1000 quilômetros em uma semana. Ao SF Notícias o Padre Gaspar disse que a dificuldade maior é a distância. “A gente passa o dia inteiro pedalando. Isso gera um cansaço, gera um desconforto. Parece que todo mundo teve a impressão que o segundo dia é o dia mais difícil, porque junta o cansaço do primeiro dia e parece que o corpo reclama mais. No terceiro e quarto dia nos sentimos melhores”, disse. Quando o grupo chegou a Aparecida, não faltou emoção. Ninguém conseguiu segurar as lágrimas. Os fiéis chegaram louvando: “Sou romeiro de Aparecida, devoto de Nossa Senhora, eu devo uma promessa a Ela e vou pagar pois já chegou a hora”. Entre os quatorze fiéis estava o Jouber Freixo. Ele fez uma transmissão ao vivo em uma rede social do momento em que o grupo chegou ao Santuário (veja o vídeo abaixo). O Padre Gaspar também fez um vídeo emocionado no momento da chegada. “A sensação de poder concluir essa romaria é aquela sensação de quando você oferece uma coisa a alguém com muita alegria de poder dar um presente a alguém que você ama muito. Essa é a nossa sensação! De poder oferecer a Nossa Senhora Aparecida, como um sinal do nosso amor, da nossa fé, da nossa gratidão por ela; vir até o santuário dela, mas vir com o nosso esforço, como as nossas pernas, como as nossas bicicletas”, relatou o Padre Gaspar. (continua após o vídeo)

Depois de percorrerem algumas ruas da cidade em uma carreata, os fiéis foram para a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Fidélis, onde agradeceram; “Aqui, diante do altar, começamos. Aqui com o coração agradecido, também encerramos nossa Bike Romaria”, disse o Padre Gaspar. O Padre disse também que continua em oração de agradecimento por cada quilômetro percorrido. “Nesse primeiro momento só vou dizer que chegamos muito bem. Fomos acolhidos com um carinho imenso por nossos amigos. Muito obrigado a todos! Meu Deus, muito obrigado pela proteção em toda a Bike Romaria. Obrigado, minha Mãe Aparecida! Já encerramos o percurso da Bike Romaria, mas nosso coração continua em oração de agradecimento por cada quilômetro percorrido, com tudo que isso significa de proteção divina e materna a cada instante. As palavras só vão vindo aos poucos, porque o vocabulário humano é muito pobre pra traduzir sentimentos fortes assim. Por isso prefiro deixar que falem as lágrimas, os gestos e até as imagens”.


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