terça-feira , 6 dezembro 2016
ponte colônia

Histórias de ETs, Óvnis e sinais movimentam distrito de São Fidélis

Fotos: Vinnícius Cremonez
Fotos: Vinnícius Cremonez

O pequeno distrito de Colônia, em São Fidélis, está cercado de mistérios, onde acontecimentos recentes e de décadas atrás movem o imaginário da população.

Histórias de ETs, fantasmas e de seres estranhos, sempre existiram e sempre existirão, mas quando estas histórias vêm acompanhadas de algum tipo de prova, tornam-se muito mais intrigantes. Em uma dessas histórias, uma bicicleta foi abduzida por extraterrestres após o ciclista conseguir fugir dos alienígenas.

A partir de agora passaremos a contar três histórias que sempre estão em boa parte das conversas na localidade.

Canavial estranhamente marcado

Fomos acionados por um leitor, que enviou um vídeo para nossa redação no último dia 13 de Abril, mostrando o canavial da sua propriedade que foi amassando de uma forma muito peculiar. “Um quadrado perfeito do tamanho de uma quadra de futebol foi formado pelas canas amassadas no meio do canavial. Não havia amassado de fora para dentro, mostrando que alguma coisa entrou ali e amassou as canas. Era exatamente no meio”, disse o leitor.

O Fenômeno foi observado pela senhora Jeani de Carvalho, que havia subido em um morro ao lado do canavial para realizar o conserto de uma cerca. Nossa redação foi até o canavial, mas as marcas já haviam sumido pois, segundo um lavrador, as canas se recompõe muito rapidamente. “Parece àquelas histórias que vemos na TV, onde naves extraterrestres deixam marcas onde pousam”, finalizou dona Jeani. O mistério jamais será revelado, pois não há testemunhas que teriam visto o ÓVNI (objeto voador não identificado) pousando no local. O fenômeno pode ser melhor visualizado no vídeo abaixo da matéria.

Marcas e pegadas aparentemente humanas em rochas

pegadas-2pegada-1Outro mistério de Colônia veio à tona no dia 30 de março, também deste ano, quando a cabeleireira Maisé Salústio postou em uma rede social as fotos tiradas pelo seu filho das supostas pegadas.

As pegadas foram descobertas por um ilustre morador do local, Jaílton Pinheiro Fernandes, um senhor de 60 anos, que no dia 7 do mesmo mês foi tomar banho no Rio Grande, que corta o distrito antes de desaguar no Paraíba do Sul, quando observou formas de pés marcadas na rocha.

“O nível do rio estava baixo, e esta rocha, que sempre fica coberta pelas águas, ficou a mostra, e assim pude observar as pegadas.” Como o senhor Jaílton não tinha uma máquina para registrar a descoberta, chamou a sua cabeleireira, que enviou o filho na missão de documentar o fato com fotografias.

Perguntamos ao simpático senhor Jaílton o que ele achava que eram aquelas marcas. Para ele, que frisou que onde as pegadas estão não é concreto, mas sim rocha natural, são marcas de pessoas que passaram por ali há muito tempo. Com risos, o mesmo falou: “A pedra devia estar mole ainda quando pisaram ali”.

Um acontecimento muito estranho, mas que, como ele mesmo disse ao final da entrevista,”deve ser coisa do começo do mundo”.

Morador quase é abduzido por um ÓVNI

história colônia 1
Sr. Jaílton encontrou as pegadas na rocha do rio e conta a história da tentativa de abdução.

Na história mais intrigante desta série, um morador local conta ter sido perseguido por um objeto voador não identificado, que após falhar na tentativa de capturá-lo, levou sua bicicleta.

O personagem principal desta história não foi localizado pela nossa reportagem. Delson, como foi identificado, mora atrás de uma montanha, em uma área de difícil acesso. Quando fomos lá, um forte temporal surpreendeu a nossa equipe, impedindo a chegada ao local. Mas a história que é conhecida por quase todos moradores de Colônia, foi relatada também pelo senhor Jaílton:

“Isto aconteceu há pelo menos 15 anos atrás: Delson estava passando por uma estrada na localidade conhecida como Sapê, quando um clarão no céu chamou sua atenção. Ele olhou para trás, para ver o que estava acontecendo, e viu algo vindo em sua direção. Com medo, se jogou em uma manilha para se esconder. Sua bicicleta, que ficou na estrada, foi levada e nunca mais vista.” Apesar de um tanto esquisita, muitos acreditam na história possivelmente vivida por Delson.

Histórias como essas ajudam a manter o aspecto do lugar, unindo o passado com o presente, e fazendo com que os novos habitantes do município se interessem pelos fatos ali ocorridos.

 

SFn