quinta-feira , 21 novembro 2019

Homicídio doloso tem menor número de vítimas dos últimos quatro anos, no RJ Também houve queda no registro de roubos; Entre janeiro e julho foram apreendidas mais de 5 mil armas de fogo

Também houve queda no registro de roubos; Entre janeiro e julho foram apreendidas mais de 5 mil armas de fogo

Em julho deste ano, o indicador homicídio doloso apresentou o menor número de vítimas no Estado do Rio desde agosto de 2015, 309, uma redução de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 6% em relação a junho de 2019. Entre janeiro e julho foram registradas 2.392 vítimas, o menor valor para o período desde 1991. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 23%, ou 709 mortes a menos. O indicador letalidade violenta (homicídio doloso, roubo seguido de morte, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do Estado) também continua em declínio, com diminuição de 7% em julho, quando comparado com o mesmo período do ano passado, e aumento de 6% em relação a junho de 2019.

Já no acumulado do ano, foram registradas 3.566 mortes, uma redução de 14%, ou 578 vítimas a menos em comparação com o ano anterior. Em julho deste ano, 10 pessoas foram vítimas de roubo seguido de morte (latrocínio) e no acumulado do ano, 77 (34 a menos do que no mesmo período do ano passado). Nesse ano o indicador registrou a menor soma para o período desde 2014. As mortes por intervenção de agente do Estado aumentaram 49% em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

Os roubos também caíram. Em julho, os roubos de veículos registraram queda de 9% em relação ao mesmo mês de 2018. No acumulado do ano, a diminuição foi de 22% (o menor valor para o período desde 2017). Já nos roubos de rua (roubo a transeunte, roubo em coletivo e roubo de aparelho celular), a redução foi de 8% em julho e, no acumulado do ano, de 3% em relação a 2018. Os roubos de carga caíram 5%, e, no acumulado do ano, o indicador registrou a menor soma desde 2016 – representando um recuo de 19% na comparação.

Nos sete primeiros meses deste ano, as polícias Civil e Militar apreenderam 5.077 armas de fogo, ou seja, foram retiradas das ruas do estado, em média, 24 armas por dia. No mesmo período, foram apreendidos 349 fuzis – o maior registro de apreensão desse tipo de arma desde o início da série histórica, em 2007.

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