sexta-feira , 16 novembro 2018

Igreja afasta hipótese de motivação política no furto da imagem de Aparecida, em Aperibé Segundo nota da Diocese de Campos, vasos de uma loja que fica próxima foram destruídos

Segundo nota da Diocese de Campos, vasos de uma loja que fica próxima foram destruídos

Fotos: Reprodução

Foi afastada a hipótese de motivação política no caso do furto da imagem de Nossa Senhora Aparecida, em Aperibé. De acordo com a nota divulgada pelo Bispo Dom Roberto Francisco, vasos de uma loja que fica próxima  ao monumento onde a imagem ficava, foram destruídos.

A imagem da Padroeira do Brasil ficava em um monumento no “trevo do meio”, na RJ-116. A guarita que abrigava a imagem teve os vidros quebrados e a imagem foi retirada entre a noite de terça (23) e a madrugada de quarta (24). O local foi construído pelo então prefeito Flávio Gomes, e a imagem havia sido doada por Carlos Augusto Mafra Correa. O registro do furto foi feito na manhã desta quinta-feira (25/10) pelo Padre Elias Cruz de Oliveira, responsável pela Paróquia São Sebastião.

O caso é investigado pela 136ª Delegacia Legal de Santo Antônio de Pádua como furto, dano contra o patrimônio público e crime contra o sentimento religioso. Ainda não se sabe se a imagem foi totalmente destruída, mas pedaços foram encontrados próximo ao local onde a santa ficava. “Mesmo que ele [o acusado] tenha destruído ela [a imagem], o crime de furto já está consumado. Os pedaços relatados podem ser em função da extração da mesma do pedestal onde ela se encontrava”, disse o delegado Ronaldo Cavalcante.

Em nota, a Diocese de Campos disse que “repudia o fato que, além de roubo é profanação, sacrilégio e grave ofensa ao sentimento religioso. O fato, parece ser ato de fanatismo e intolerância religiosa expressivo da agressividade e de perseguição destes tempos. Esse crime representa uma agressão a expressão de fé dos católicos”.


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