segunda-feira , 20 novembro 2017

Mulher pega arma do marido e atira na própria cabeça em Pádua: segundo suicídio registrado na região nesta semana De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, ou uma a cada 45 minutos. O tema deveria ser tratado com mais atenção por toda a sociedade

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, ou uma a cada 45 minutos. O tema deveria ser tratado com mais atenção por toda a sociedade

Imóvel foi periciado

O número de suicídios não para de crescer na região e no Brasil, uma estatística que preocupa. O tema deveria ser tratado com mais atenção por toda a sociedade. Mais um caso foi registrado na região na noite desta quarta-feira (18/10). Uma mulher identificada como Cíntia de Paula Campanat deu um tiro na própria cabeça usando a arma do marido, que é instrutor de tiro.

O caso aconteceu na Rua Pastor Samuel Leite Fonseca, no bairro Divinéia, em Santo Antônio de Pádua. O disparo atingiu a região do ouvido. Equipes do Corpo de Bombeiros foram ao local, mas a vítima já estava morta em um dos quartos da residência do casal.

Esse foi o segundo caso registrado na região nesta semana. Nesta segunda-feira, um estudante usou fios de energia elétrica para se enforcar em Cambuci. O corpo de Deuteronômio Machado, conhecido como “Neto”, foi encontrado por seu pai que foi até a residência do filho para lhe acordar para ir à escola. O pai acabou encontrado o filho enforcado com um fio de energia elétrica e pendurado em uma árvore no quintal da residência. O caso aconteceu no bairro Não Pensei.

O suicídio tem sido tabu por um longo tempo e as taxas continuam crescendo. Não falar não está ajudando. Não tratar um problema não faz com que ele desapareça. Ao contrário, apenas permite que cresça no escuro.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, ou uma a cada 45 minutos, o que faz do país o oitavo com mais suicídios do planeta. Mas o problema é bem maior, por conta do silêncio da sociedade em torno do tema.


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