Mulheres podem se inscrever para aulas gratuitas de defesa pessoal em Campos Projeto “Eu Me Defendo” oferece técnica básica de defesa pessoal para mulheres vítimas ou não de violência doméstica, para enfrentamento em situação de risco

Projeto “Eu Me Defendo” oferece técnica básica de defesa pessoal para mulheres vítimas ou não de violência doméstica, para enfrentamento em situação de risco

Fotos: Rodrigo Silveira/ Secom

No município de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, mulheres que já sofreram ou não violência doméstica, podem aprender técnicas de defesa pessoal, para enfrentamento em situação de risco. As aulas são gratuitas e oferecidas através do projeto “Eu Me Defendo”, da Fundação Municipal de Esportes (FME). As aulas acontecem as terças e quintas-feiras, de 8h às 9h e as quartas e sextas-feiras das 16h às 17h, sob coordenação do professor César Pinudo. A sede da FME fica na Rua do Gás, nº 499, no Centro. Para se inscrever, as mulheres interessadas devem comparecer à sede da FME, de segunda a quinta-feira das 8h às 12h e das 14h às 17h, para matrícula. O projeto foi implantado em março de 2018, em parceria com a Superintendência de Justiça e Assistência Judiciária, e segundo o presidente da FME, Raphael Thuin, a demanda vem crescendo a cada mês.

A dona de casa Carla da Silva Dias Cândido, 42 anos, é uma das primeiras alunas do projeto e continua firme nas aulas. “Acho muito importante fazer parte desse grupo de mulheres que busca orientação para se defender. Tem gente que pensam que usamos da força, mas não é assim. São técnicas precisas que conseguimos surpreender o agressor e nos defender. Eu mesma já usei duas vezes e me sai muito bem. As mulheres precisam vencer o medo e buscar meios que venham a te dar mais segurança” – ressaltou Carla. O professor César Pinudo lembrou que no início foi pensado um formato de curso de três meses, mas como as mulheres gostaram e estão sempre em busca de aprender cada vez mais, a diretoria da FME decidiu se adequar. “Nas aulas são passadas orientações de defesa pessoal com técnicas que as mulheres, vítimas ou não de violência doméstica e sexual, podem usar em sua defesa”, destacou o professor.

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