segunda-feira , 24 junho 2019

Norte e Noroeste estão entre as áreas de maior vulnerabilidade à ocorrência de fogo em vegetação Regiões apresentam vulnerabilidade muito alta no Mapa de Susceptibilidade à ocorrência de fogo em vegetação, elaborado pela Defesa Civil

Regiões apresentam vulnerabilidade muito alta no Mapa de Susceptibilidade à ocorrência de fogo em vegetação, elaborado pela Defesa Civil

Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado de Defesa Civil, por intermédio do Centro de Estudos e Pesquisas (Cepedec), elaborou o Mapa de Susceptibilidade à ocorrência de fogo em vegetação no território fluminense.

O estudo buscou identificar as áreas mais vulneráveis do estado e ajudará no planejamento das ações de prevenção de queimadas e levou em consideração três cenários possíveis – anual, trimestre seco e úmido.

De acordo com o diretor do Cepedec, tenente-coronel Rodrigo Werner, em incêndios florestais há perdas muito grandes, principalmente de flora e fauna. “Entre os meses de agosto, setembro e outubro, a ocorrência de focos de calor aumenta devido à vegetação mais seca e a baixa umidade do ar. O mapa é uma forma de nortear o trabalho da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro para otimizar recursos e aperfeiçoar as ações de prevenção” – explica.

O mapa de susceptibilidade foi apresentado pelo engenheiro cartográfico e cabo da corporação, Leandro de Souza, durante um seminário interno realizado em março. A ideia é atualizar o mapa a cada cinco anos.

O mapa aponta que as regiões da Baixada Litorânea Fluminense, Norte e Noroeste estão entre as mais vulneráveis do estado. “Desperta também uma preocupação as regiões Norte e Noroeste do Rio de Janeiro, onde estimamos um período de estiagem prolongado. Por isso, alertamos atenção redobrada ao uso do solo por parte da população, que algumas vezes promove queimada para fazer pasto para os animais” – ressaltou o diretor.


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