terça-feira , 19 setembro 2017

Parque Eólico de Gargaú, gera energia para o país

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Quem chega a Gargaú, no litoral de São Francisco de Itabapoana, se impressiona com as 17 torres que compõem o maior parque eólico da América Latina. Cada um desses “gigantes” tem 80 metros de altura – o equivalente a um prédio de 26 andares.

Para se ter uma ideia do tamanho, as torres podem ser vistas do vizinho município de São João da Barra. O vento que sopra quase incessantemente na região faz as hélices girarem a uma velocidade de até 160 Km/h – um espetáculo que chama a atenção de moradores e turistas.

Quis o destino que tamanho investimento em geração de energia limpa e renovável acontecesse num município do Norte Fluminense, maior produtora de petróleo do Brasil. E justamente no único município litorâneo que não integra o seleto grupo de produtores. Na terra do ouro negro, o parque eólico de Gargaú, administrado pela empresa Omega, é um belo exemplo de sustentabilidade, que tende a crescer. Diariamente, são produzidos 28 megawatts de energia elétrica, o suficiente para abastecer uma cidade de 80 mil habitantes. Toda esta produção segue para uma central e depois é distribuída por todo o Brasil.

O parque eólico ocupa uma área de 500 hectares, o equivalente a 833 campos de futebol, embora a área construída seja de apenas 1,7 hectare. A montagem da infraestrutura, concluída em outubro de 2010, levou dois anos e envolveu 300 pessoas. Construídos na Dinamarca, os equipamentos seguiram para o Rio de Janeiro em navios e, de lá, foram transportados para Gargaú de caminhão. As pás, cada uma com 30 metros de comprimento, são feitas de fibra de carbono.

 

Fonte : Ururau


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