terça-feira , 6 dezembro 2016
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Polícia Federal cumpre mandados da Lava Jato na região

Fotos: Arquivo
Somente no estado do Rio serão cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Fotos: Arquivo

A Polícia Federal juntamente à Receita Federal deflagrou nesta quinta-feira (22/09) a 34ª fase da Operação Lava Jato, denominada Operação Arquivo X, com intuito de investigar fatos relacionados à contratação pela PETROBRAS – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A de empresas para a construção de duas plataformas (P-67 e P70) para a exploração de petróleo na camada do pré-sal.

Cerca de 180 policiais federais e 30 auditores fiscais estão cumprindo 50 ordens judiciais, sendo 33 mandados de busca e apreensão, nove mandados de prisão temporária e oito mandados de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo,  Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

Através de expedientes já revelados no decorrer da Operação Lava Jato, como fraude no processo licitatório, corrupção de agentes públicos e repasses de recursos a agentes e partidos políticos responsáveis pelas indicações de cargos importantes da estatal, empresas se associaram na forma de consórcio para obter os contratos de construção das duas plataformas mesmo não possuindo experiência, estrutura ou preparo.

No Rio de Janeiro serão cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão temporária e cinco mandados de condução coercitiva, em Niterói, três mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão temporária um mandado de condução coercitiva. Em Cabo Frio, são um mandado de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva. Já em São João da Barra apenas um mandado de busca e apreensão. São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, fraude em licitações, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Os investigados para os quais foram expedidos mandados de condução coercitiva estão sendo levados às sedes da Polícia Federal nas respectivas cidades onde foram localizados para prestarem os esclarecimentos necessários. Eles serão liberados após serem ouvidos no interesse da apuração em curso. Já os investigados com prisão cautelar decretada serão levados à sede da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.

SFn

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