sexta-feira , 9 dezembro 2016
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Porto do Açu inicia novo projeto com a atracação de sondas

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Fotos: Vinnicius Cremonez / divulgação

O Porto do Açu recebeu esta semana a sonda de perfuração semissubmersível de águas profundas ODN Tay IV, que pertence a Odebrecht Óleo e Gás (OOG). A sonda é a primeira a atracar no empreendimento, e representa o início de um novo negócio.

A sonda ficará atracada no cais da Prumo no Terminal 2 (T2), realizando serviços de manutenção e de apoio de rotina. O terminal, que conta com até 14,5 metros de profundidade, possui capacidade para atracação de sondas de perfuração sem a remoção dos thrusters, o que possibilita uma atracação segura, eficiente e econômica.

“O Porto do Açu se confirma, cada vez mais, como solução de infraestrutura e logística competitiva para toda a cadeia de Óleo e Gás – especialmente E&P”, comenta Eduardo Parente, CEO da Prumo.

A ODN Tay IV possui sistema de “Posicionamento Dinâmico” (DP – Dynamic Positioning), o que permite a operação em lâmina d’água de até 2.400 metros de profundidade. A sonda estava apoiando a campanha exploratória da Petrobras em Marlim Leste, na Bacia de Campos.

A Prumo Logística desenvolve e opera o Porto do Açu. A empresa oferece soluções de infraestrutura para a indústria de óleo e gás, além de área para a instalação de unidades de empresas dos setores marítimo e industrial no Porto do Açu. A Prumo é controlada pelo grupo EIG Global Energy Partners desde 2013.

PORTO DO AÇU 10Localizado em São João da Barra (RJ), o Porto do Açu iniciou sua operação em 2014, e com excelência em segurança serve empresas líderes em seus setores. O Porto do Açu conta com 90 km² de área, divididas em dois terminais: o Terminal 1 (T1 – terminal offshore) e o Terminal 2 (T2 – terminal onshore).

O T1 é dedicado a movimentação de minério de ferro e petróleo, com berços construídos em 3 km de cais e profundidade de até 25 metros capaz de receber navios Suezmax e VLCCs. Em operação desde outubro de 2014, o terminal já recebeu mais de 50 navios de minério de ferro para a Anglo American. As empresas possuem uma joint venture (chamada de Ferroport), que é formada 50% por cada companhia.

O T2 é um terminal no entorno de um canal para navegação com 6,5 km de extensão, 300 metros de largura e até 14,5 metros de profundidade. A Technip, NOV, InterMoor e Wartsila já estão operando suas unidades no T2. O Terminal Multicargas (T-MULT) iniciou sua operação em julho com a movimentação de bauxita para a Votorantim e o 1º navio deixou o terminal no dia 22 de setembro. A Edison Chouest Offshore (ECO), que está construindo no Porto do Açu a maior base de apoio offshore do mundo, já assinou contrato com a Petrobras para a operação de 6 berços no seu terminal. Além disso, a BP e a Prumo criaram uma joint venture (formada 50% por cada empresa) para a comercialização e abastecimento de combustível marítimo.

O Porto do Açu emprega atualmente cerca de 10 mil pessoas, sendo 3,5 mil já na operação das unidades. Quando estiver em operação plena, a previsão é que o Porto do Açu gere cerca de 40 mil empregos.

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SFn

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