Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio é preso Operação investiga pagamento de propina de empresários de ônibus a políticos e fiscalizadores dos transportes do Rio

Operação investiga pagamento de propina de empresários de ônibus a políticos e fiscalizadores dos transportes do Rio

Fotos: PRF

O presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (SETERJ), Marcelo Traça Gonçalves, foi um dos presos na nova fase da Operação Lava Jato. A investigação do Ministério Público Federal (MPF) que levou à Operação Ponto Final indica que o ex-governador Sérgio Cabral recebeu R$ 122,85 milhões em propina.

Deflagrada nesta segunda-feira (3), a operação investiga pagamento de propina de empresários de ônibus a políticos e fiscalizadores dos transportes do Rio. Marcelo Traça Gonçalves foi preso pela Polícia Rodoviária Federal na Rodovia Presidente Dutra, em Barra Mansa.

Após receber um informe da PF, os agentes da PRF realizaram uma blitz no km 287 da BR-116, sentido Rio de Janeiro, com o objetivo de prender um foragido da justiça, alvo da Operação Lava Jato.

Ainda segundo a investigação, Rogério Onofre, ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do RJ (Detro), teria recebido mais de R$ 44 milhões; Lelis Marcos Teixeira, presidente da Federação das Empresas de Transporte do RJ (Fetranspor), pouco mais de R$ 1,57 milhão; José Carlos Reis Lavoura, conselheiro da Fetranspor, mais de R$ 40 milhões; e Jacob Barata Filho, empresário do setor de transportes, teria recebido R$ 23 milhões.

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