Produção parada na P-37, na Bacia de Campos, após rompimento de mangote Produção está parada desde o último dia 25, quando sensores alarmaram presença de H2S

Produção está parada desde o último dia 25, quando sensores alarmaram presença de H2S

A plataforma de P-37 está com a produção parada desde o dia 25 de outubro, quando houve o rompimento de um mangote e os sensores alarmaram presença de H2S. O mangote se rompeu durante teste de estanqueidade prévio antes do início de offloading, que é a transferência de petróleo para o navio aliviador.

Segundo o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, foi questionado a Petrobras sobre o porquê de apesar do teste de pressão ser feito com água, ter a presença de H2S. Segundo e empresa, a água é utilizada para lavar o mangote antes do teste, é a mesma que é recebida no tanque SLOP do navio aliviador, onde a presença desse gás é característica.

A empresa também informou que para retirar o gás do ambiente foi realizada a ventilação da sala de bombas e, após alguns dias, não foi mais detectada a presença de gás H2S, nem pelos sensores da sala de bombas, nem pelos sensores levados pela equipe da unidade.

Atualmente a unidade se encontra parada aguardando o esgotamento da sala de bombas para retomar a produção. Ainda segundo o Sindipetro-NF, uma comissão de investigação será instaurada para melhor apurar as causas do ocorrido e exigir que medidas para prevenção sejam implementadas e que, a abrangência de possibilidade de ocorrência em outras unidades seja verificada.


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