sexta-feira , 9 dezembro 2016
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Professores e estudantes fazem manifestação em Cardoso Moreira

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Fotos: divulgação

Professores e estudantes da escola estadual Baltazar Carneiro, foram para as ruas em protesto na manhã desta quarta-feira (09/03) em Cardoso Moreira.

Com cartazes em mãos, os alunos exibiam frases como “Eu quero me formar mais o governo não quer deixar”; “Essa luta também é nossa”; “nossos heróis são os professores, não os jogadores” e entoavam cantos contra o governador do estado, Luiz Fernando Pezão.

Em greve desde o início da semana, os professores das escolas estaduais questionam os atrasos salariais, a demissão de funcionários de apoio, além de pedir reajuste salarial; retorno do calendário anterior de pagamentos; fim do parcelamento de salários; e pagamento integral do décimo terceiro salário (que foi parcelado em cinco vezes), entre outras. Em apoio aos docentes, os estudantes cardosenses fizeram essa manifestação.

Como acontece em outras cidades do estado do Rio de Janeiro, os profissionais da educação estadual de Cardoso Moreira estão em greve desde o dia 02 de março, na próxima sexta-feira (11/03), Haverá uma assembleia geral dos funcionários públicos do estado em greve, no estado do Rio de Janeiro. Em Cardoso Moreira, a greve tem apoio declarado dos estudantes.

Segundo a Sepe, as principais reivindicações são: “Reajuste salarial; contra as propostas de mudança no sistema previdenciário dos servidores estaduais enviada para a Alerj no dia 2 de fevereiro; retorno do calendário anterior de pagamentos; fim do parcelamento de salários; e pagamento integral do décimo terceiro salário (que foi parcelado em cinco vezes), entre outras reivindicações”.

No entanto, o projeto de autoria do governador é um ponto importante nas reivindicações, que levou funcionários públicos de diversos setores a entrarem em greve desde o dia dois de março. O PL foi enviado para a Alerj no dia dois de fevereiro e tem objetivo de reequilibrar as finanças do estado. Ele prevê que os reajustes salariais do funcionalismo só poderiam ocorrer se houvesse aumento real da receita estadual. Esses gastos também ficariam limitados a 70% desse aumento. Com o estado em má situação financeira, os servidores temem ter os salários congelados por tempo indeterminado.

Eles também se opõem ao artigo do projeto que prevê aumento da alíquota de contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14% e a outro trecho que prevê a revisão das aposentadorias, inclusive na idade mínima para obter o benefício.

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