segunda-feira , 17 fevereiro 2020

Rio Carangola passa dos 7 metros em Porciúncula e 300 famílias estão fora de suas casas Com a cheia do rio, a Cedae interrompeu o funcionamento da Estação de Tratamento de Água (ETA) do município. Os acessos à cidade estão comprometidos

Com a cheia do rio, a Cedae interrompeu o funcionamento da Estação de Tratamento de Água (ETA) do município. Os acessos à cidade estão comprometidos

Fotos: Prefeitura Municipal

Cerca de 300 famílias estão fora de suas casas com a cheia do Rio Carangola em Porciúncula, no Noroeste Fluminense. No município, o rio atingiu sua cota de transbordo nesta sexta-feira (24/01). Moradores dos bairros Centro, Ilha, Operário, João Clóvis Breijão, Nova Caeté e Nossa Senhora da Penha tiveram que deixar suas casas e os acessos à cidade estão comprometidos. Segundo a Prefeitura, equipes da administração municipal,  assim como voluntários, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil do Estado estão atuando dia e noite para oferecer transporte, alojamento e todo tipo de socorro aos moradores. O rio Carangola apresenta 7,70m, com aumento de cerca de 5 metros de seu nível normal, tendo a última medição feita às 13h30m deste sábado.

A Defesa Civil alerta para que a população saia das áreas de risco o quanto antes, a fim de evitar maiores problemas. A Prefeitura mantém abrigos nas escolas José de Lannes, Orlinda Veiga e Centro de Convenções, no Parque de Exposições, com total assistência da Secretaria de Promoção Social. Na parte da tarde, um grupo de voluntários se reuniu para captação de materiais para as vítimas da enchente. Com ponto de apoio no Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva, os voluntários estão arrecadando alimentos, material de higiene e limpeza para ajudar a população desabrigada neste triste momento de nossa Porciúncula. Devido a cheia do Rio Carangola, a Cedae interrompeu temporariamente o funcionamento da Estação de Tratamento de Água (ETA) do município. A estação entrará em operação imediatamente após a normalização do nível do rio, retomando o fornecimento de água. No entanto, o abastecimento pode levar até 24 horas para ser normalizado por completo em alguns locais, como ruas altas e pontas de sistema.

Mais do SFn