Saúde: estado diz que não há circulação do virus Chikungunya

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Fotos: Divulgação

Três casos de Febre Chikungunya foram registrados no Estado do Rio de Janeiro este anos, e segundo a Secretaria de Estado de Saúde, todos os casos são de pacientes infectados no exterior., e não há registro da circulação do vírus no estado.

“Embora um dos transmissores do vírus seja o aedes aegypti, também transmissor da dengue, os casos de Febre Chikungunya que foram confirmados tratam-se de “casos importados”, ou seja, a contaminação ocorreu fora do país. No Brasil, apesar de existirem condições ambientais, com a presença do mosquito vetor, mas não há evidência de circulação do vírus”, explicou o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe.

O superintendente afirma que o cuidado está em identificar as pessoas doentes e tomar todas as providências para evitar que a doença seja introduzida no Brasil, portanto, é preciso que na presença de sinais e sintomas suspeitos, associados a viagem recente – principalmente a alguns países da África, Ásia e América do Sul, a pessoa procure imediatamente um serviço de saúde para investigação e acompanhamento do caso.

dcbdghjyf“Os sinais e sintomas são muito parecidos com os da dengue: febre e dor no corpo, mas tem uma particularidade, a dor articular tende a ser muito mais intensa e pode se arrastar por várias semanas”, ressalta Chieppe.

Sobre os casos de contaminação, Alexandre Chieppe esclarece que foram feitos exames laboratoriais específicos para confirmação e que as pessoas estão bem clinicamente. Como medida preventiva, foi feito manejo ambiental próximo as residências e locais de trabalho. A precaução tende a ser potencializada com as condutas já preconizadas para o combate ao Aedes aepypti, como evitar o armazenamento de água  de forma inadequada em recipientes.


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