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Surto da febre amarela preocupa entidades médicas de Campos Entidades solicitaram uma mobilização maior das autoridades públicas na distribuição de vacinas para a região, devido ao risco de epidemia

Entidades solicitaram uma mobilização maior das autoridades públicas na distribuição de vacinas para a região, devido ao risco de epidemia

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Preocupadas com atual situação do surto da Febre Amarela nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, as entidades médicas de Campos dos Goytacazes , estão solicitando das autoridades públicas, Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, uma mobilização maior na distribuição de vacinas para a região, bem como para as regiões limítrofes.

O pedido surgiu devido aos números de mortes, suspeitas e o casos notificados, que se elevam a cada dia, associado ao grande número de primatas mortos em surto, demonstrando o desequilíbrio ambiental existente no país.

Segundo as entidades, a expansão da doença para o litoral do Espírito Santo é altamente preocupante, pois como o estado faz limite com Campos, que possui mais de 500 mil habitantes, e é cortado por duas rodovias federais, BR 101 e BR 356, há uma grande circulação de pessoas de todos os lugares do país, inclusive dos locais onde são considerados áreas de risco. 

Desta forma, segundo as entidades de saúde, é imprescindível a atuação das autoridades na prevenção da doença, com fornecimento de uma maior quantidade de vacinas bem como barreiras sanitárias em locais estratégicos.

Eles afirmam ainda que, se for iniciado um processo de transmissão, não terão controle da doença e a população poderá viver um momento de hospitalizações e um número elevado de óbitos pela febre amarela.

Fizeram parte da solicitação o Sindicato dos Médicos de Campos, a Faculdade de Medicina, a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, do Rio de Janeiro, a Vigilância e Saúde do Município e a Associação Fluminense de Medicina e Cirurgia.


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