sexta-feira , 9 dezembro 2016
POLICIA CIVIL HOMICIDIOS CORE OPERAÇÃO

Vereador é preso acusado de participação no assassinato de ex-prefeito de Macuco

POLICIA CIVIL HOMICIDIOS OPERAÇÃO
Fotos: Vinnicius Cremonez / G1

O vereador Douglas Borges (PSC), de Macuco, foi preso na tarde desta sexta-feira, 2 de outubro, por suspeita de participação na morte do ex-prefeito do município, Rogério Bianchini. O crime ocorreu no dia 30 de abril deste ano.

No dia 10 de setembro, Daniel Aleixo Guimarães, de 31 anos, havia sido preso pela suspeita de também ter participado do crime. Ele era assessor do vereador Douglas Borges. Daniel foi contratado para trabalhar com o parlamentar. Uma semana após o crime, foi demitido.

Para o jornal O Extra, o delegado Fábio Barucke, da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, informou que as investigações ainda estão em andamento para apurar outros envolvidos no homicídio.

Rogério Bianchini (PMDB), de 63 anos, foi assassinado na frente da casa dele quando voltava de uma caminhada, por volta das 9h40 da manhã de 30 de abril deste ano. Ele levou cinco tiros e morreu a caminho do hospital.

333No dia 10 de setembro, um homem foi preso durante uma operação da Delegacia de Homicídios em São Gonçalo. Daniel Aleixo Guimarães, principal suspeito de ter matado o ex-prefeito de Macuco, foi surpreendido por policiais que arrombaram a porta de sua residência e, encontraram o mesmo dormindo. Um computador e um aparelho celular também ficaram apreendidos. Ele que estava trabalhando como assessor do vereador Daniel Borges, na Câmara de Macuco, e foi demitido uma semana antes do crime, também está sendo investigado sobre possíveis participações nas mortes de Maurício Bittencourt, outro ex-prefeito macuquense, assassinado em 2006, e de um assessor de Rogério Bianchini.

Já em Macuco, os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão nas casas do vereador Douglas Spíndola Borges e do Presidente da Câmara Municipal, Frank Monteiro Lengruber, irmão do atual prefeito, Félix Lengruber, além da própria sede da Câmara. Foram apreendidos computadores, laptops e pen-drives, que foram levados para a DH de Niterói, onde a investigação prossegue.

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SFn