quarta-feira , 18 julho 2018

Bebê desenganada por médicos volta para Itaocara após quase dois meses internada Os médicos disseram aos pais de Maria Eduarda que eles poderiam fazer um aborto, pois a menina teria uma má-formação

Os médicos disseram aos pais de Maria Eduarda que eles poderiam fazer um aborto, pois a menina teria uma má-formação

Fotos: Arquivo pessoal

Após quase dois meses de angustia, com a pequena Maria Eduarda internada, mas sem perder a fé, um casal morador de Itaocara pôde finalmente voltar para casa. Agora, Betânia – que também ficou internada por complicações durante a gestação – e João Fábio, celebram junto aos familiares.

Maria Eduarda foi desenganada pelos médicos, que disseram aos pais da menina que ela teria uma má-formação e que eles poderiam fazer um aborto. Mas, eles mantiveram a fé e seguiram com a gestação.

A bebê nasceu com onfalocele, uma má-formação na parede abdominal em que os órgãos ficam para fora do abdômen em uma espécie de bolsa transparente. “Ela foi desenganada pelos médicos e no começo da gestação foi nos passado que ela seria um feto deformado e que eu tinha o direito de tirar. Mas, eu não podia tirar uma vida, fazer um aborto, porque nós servimos a Deus. E essa criança ela foi sendo gerada dentro da esperança que é Jesus” – contou João Fábio.

Apesar de todas as dificuldades, Maria Eduarda nasceu e ficou aproximadamente uma semana em coma. O tratamento da pequena ainda continua, eles precisarão voltar ao Rio de Janeiro uma vês por mês, mas o pior já passou. Agora, a história de superação, fé e esperança da família é inspiração para quem enfrenta uma doença grave e para outros pais que lidam com a onfalocele.


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